Mostrar mensagens com a etiqueta Autárquicas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Autárquicas. Mostrar todas as mensagens

10 junho 2017

Próximo ano letivo já está a ser preparado

A garantia de que o próximo ano letivo vai arrancar com turma mais pequenas, dando-se prioridade aos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária, com mais três mil professores vinculados e com reforço de assistentes operacionais é uma excelente notícia. O Agrupamento de Escolas de Matosinhos, o Agrupamento de Escolas Matosinhos Sul e o Agrupamento de Escolas de Perafita, que o Ministério da Educação considerou territórios de intervenção prioritária poderão beneficiar diretamente destas medidas.

A Educação e a qualificação profissional é um dos eixos em que assenta o programa que a candidatura socialista vai apresentar ao eleitorado de Matosinhos porque investir nesta área é garantir o futuro. É fundamental combater o insucesso e o abandono escolar precoce, adaptar curriculas para cativar os jovens e dar-lhes qualificações em função das necessidades do mercado de trabalho.

As medidas anunciadas por António Costa dão confiança às famílias e aos professores de que no próximo ano letivo continuarão a ser dados passos decisivos para garantir a todos o direito à Educação, que é um dos direitos fundamentais, consagrados na Constituição da República. Haverá mais investimento nas escolas, mais vagas no ensino profissional de nível secundário, maior estabilidade para os professores, mais medidas de apoio ao sucesso escolar, mais crianças no pré-escolar e continuam os manuais gratuitos para o primeiro ciclo.

A Educação é fundamental como forma de combater a exclusão. Nesse sentido, subscrevo aqueles que defendem que a sociedade atual exige uma escola inteligente, capaz de assegurar a igualdade de oportunidades e a qualidade das aprendizagens.

Hoje, que é dia de Portugal, de Camões e da Comunidades Portuguesas, poderia publicar aqui um texto sobre este tema. Mas… haverá tema mais importante do que a Educação e o futuro das novas gerações?

03 junho 2017

Leixões joga o futuro do futebol profissional

A equipa do Leixões joga esta tarde, contra o Praiense, o seu futuro nos campeonatos profissionais. A partir das 15h00, o Estádio do Mar vai por certo registar uma boa casa para a segunda mão do play-off de manutenção da II Liga. O Leixões parte em vantagem, conquistada através da vitória nos Açores, por 1-0, na semana passada.

Naturalmente, espero que a equipa matosinhense consiga o objetivo da manutenção. O Leixões é o clube mais representativo do concelho e um dos seus principais embaixadores, desde há muitos anos. Desse ponto de vista é importante para Matosinhos continuar a ter uma equipa a disputar um campeonato profissional. Mas é importante também pelas emoções que a equipa provoca nos seus adeptos. Não tenho dúvidas: quando o Leixões vence, as pessoas ficam mais felizes e eu não fico indiferente a isso, muito pelo contrário. Mesmo não podendo assistir ao jogo, estarei a torcer por uma vitória leixonense.

Dito isto, e sem beliscar ao de leve que seja o trabalho da equipa profissional do Leixões (dirigentes, equipa técnica, jogadores) e a forma apaixonada como os adeptos vivem os jogos, para mim é claro que o desporto não se esgota no futebol nem na alta competição. As modalidades amadoras do Leixões e de todos os outros clubes do concelho merecem ser apoiadas porque proporcionam a prática desportiva e o exercício físico a milhares de jovens atletas. Isso é importantíssimo porque combate a sedentariedade e cria hábitos de vida saudável. Por isso, a promoção do desporto amador e informal como forma de atingir melhores níveis de saúde física e mental, será uma das pedras basilares da candidatura autárquica do Partido Socialista.

11 maio 2017

Henrique Calisto regressa ao PS

O número de militantes que regressam ao PS aumenta a bom ritmo, entre aqueles que já formalizaram a (re)adesão e aqueles outros que já a anunciaram e que a formalizarão nos próximos dias. Está pois em curso a reunificação do PS, na qual estou muito empenhada.

Neste regresso, todos são importantes, porque todos contam e porque conto com todos. Henrique Calisto, o histórico socialista que presidiu durante vários anos à Junta de Freguesia de Matosinhos, onde deixou obra feita, é um dos militantes cujo regresso saúdo efusivamente. Pelo currículo que ostenta e também pela influência que pode exercer junto de outros ex-militantes cujo regresso se deseja, a decisão de Henrique Calisto voltar ao seio da família socialista é muitíssimo importante. Aliás, o antigo autarca, participou já em ações promovidas pela candidatura socialista às próximas eleições acompanhando-me, nomeadamente, numa reunião que tive com a direção do Leixões.

A experiência e competência de Henrique Calisto vão muito para além da vertente desportiva, onde o treinador tem um percurso de sucesso, e são uma mais-valia relevante para o PS. Calisto dá o exemplo de que é no seio do PS e sob a bandeira do partido que os verdadeiros socialistas devem estar, contribuindo com a sua militância para a dinâmica que conduzirá à vitória nas próximas eleições.

Bem-vindo a casa, camarada Henrique Calisto!

Jovem matosinhense é campeão da Europa

O Campeonato da Europa de Kickboxing, que terminou há dias na Grécia, foi particularmente positivo para Portugal que arrecadou vinte medalhas, dez delas de ouro. Duas dessas medalhas foram conquistadas por Vítor Santos, um matosinhense de 13 anos que frequenta a Escola EB 2/3 de Perafita e que se sagrou campeão europeu nas versões light contact e light kick na categoria de sub-13, - 40 kg. Um desempenho extraordinário para o jovem atleta que faz antever voos ainda mais altos em próximas competições.

Quero felicitar o Vítor de uma maneira muito especial. E, também, felicitar a família. É sempre bom ver atletas portugueses nas grandes provas internacionais, mesmo nas modalidades menos mediáticas, como é o caso do Kickboxing. É bom e é, também, motivo de orgulho, até porque muitas vezes o desempenho dos atletas não tem correspondência em termos de apoios recebidos – são normalmente as famílias e os amigos que financiam a prática desportiva e as deslocações, quer para competições domésticas quer internacionais. Os clubes debatem-se também com grandes problemas de financiamento e, muitas vezes, só a “carolice” dos dirigentes permite a milhares de jovens a prática desportiva de forma continuada.

Preocupa-me o financiamento das coletividades desportivas, sobretudo daquelas que se dedicam ao desporto amador e cujo papel é fundamental na criação de uma sociedade com hábitos de vida saudáveis que passam pelo exercício físico. Aliás, a questão do Desporto, principalmente o Desporto informal e amador, merecerá uma atenção muito particular no programa que apresentarei proximamente aos matosinhenses. Quero potenciar as condições já existentes, nomeadamente em termos de equipamentos e de recursos humanos, para por Matosinhos a praticar desporto. 

07 maio 2017

Manuel Pizarro

Participei ontem, em Lisboa, na Convenção Nacional Autárquica do PS que ficou marcada pela grande união em torno de todos os candidatos do partido às próximas eleições e, sobretudo, pela grande coragem política de Manuel Pizarro. O presidente da Federação Distrital do Porto  decidiu assumir a candidatura à Câmara da Invicta depois de Rui Moreira ter posto em causa o apoio que o Partido Socialista estava na disponibilidade de lhe dar.

Sejamos claros: o apoio do PS à candidatura do independente Manuel Moreira era natural em função do trabalho realizado durante os últimos três anos e meio. Depois das eleições de 2013, o acordo com Rui Moreira permitiu concretizar quase 90 por cento dos compromissos eleitorais do PS. Ou seja: o partido preservou a sua identidade e contribuiu de forma decisiva para um mandato globalmente positivo do executivo camarário.

Sendo ainda mais clara: uma grande parte desse trabalho foi da responsabilidade de Manuel Pizarro. O próprio Rui Moreira o reconheceu quando admitiu convidar Pizarro “que tem sido de uma enorme lealdade e competência”. Por isso, foi surpreendente e inesperada a decisão do atual presidente da Câmara não aceitar o apoio que o PS se preparava para dar à sua recandidatura.

Como disse o secretário-geral do Partido Socialista, António Costa, “o PS não se impõe onde não é desejado”. Rui Moreira não quer o apoio do PS e, sendo assim, não o terá. Em nome da dignidade do partido, o PS vai avançar para uma candidatura própria protagonizada por Manuel Pizarro.

Como partido de grande implantação popular, a candidatura do PS no Porto será uma candidatura forte, que vai dificultar muito a caminhada triunfal que se adivinhava para Rui Moreira. Conhecendo Manuel Pizarro como conheço, com a sua elevadíssima competência e capacidade de trabalho, a campanha socialista no Porto vai ser forte e mobilizadora. Não tenho dúvidas de que Manuel Pizarro, a quem dou o meu apoio total e incondicional, vai apresentar as melhores soluções para resolver os problemas que afetam a cidade do Porto. E também não tenho dúvidas de que o Porto vai reconhecer e valorizar o trabalho de Manuel Pizarro.

04 maio 2017

Almoço em Angeiras

A Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, e o Secretário de Estado das Pescas, José Apolinário, estiveram ontem em Lavra, onde se deu início à construção do porto de abrigo de Angeiras. Depois de terminada a visita oficial, ambos participaram enquanto simples cidadãos, como fizeram questão de dizer, num convívio com a comunidade piscatória local, entre os quais havia vários militantes socialistas e outros apoiantes da candidatura do PS às próximas eleições autárquicas.

Foi aí, na presença de perto de meia centena de pescadores e do presidente da Associação Mútua dos Armadores de Pesca de Angeiras, Joaquim Pereira, que Ana Paula Vitorino exprimiu o seu “apoio total” à candidatura socialista, no que foi muito aplaudida. Senti aí um apoio claro e inequívoco quer da ministra quer do conjunto dos pescadores, que reconhecem que o Partido Socialista foi determinante para resolver a questão do portinho de Angeiras, que se arrastava há anos, e outros problemas que afetam a comunidade local.

O clima de fraternidade que se viveu ontem dá lastro à nossa candidatura, que continua a recolher apoios do interior do PS e de mulheres e homens de outras sensibilidades políticas e de independentes que integraram o Grupo de Guilherme Pinto. Alegro-me com isso e continuo determinada a pacificar e unir todos os matosinhenses dispostos a contribuir para que o conselho prossiga na senda do desenvolvimento e do progresso.

26 abril 2017

Um ano de blogue

Passou ontem um ano desde a publicação do meu primeiro post neste blogue, criado pela necessidade de manter uma relação de proximidade com a população, sobretudo com as e os matosinhenses. Na nota de abertura que então publiquei, escrevi que “um dos maiores desafios para quem se dedica à causa pública é manter o contacto, constante, com quem o elegeu. Só esse laço de permanente comunicação permite ao político exercer a sua função: defender o eleitor, todos os eleitores, mesmo aqueles que não lhe deram o seu voto”. De facto, é assim que que vejo o exercício da função – virada para as pessoas, ouvindo as suas preocupações e anseios para poder dar-lhes resposta”.

As funções partidárias que me foram atribuídas no primeiro semestre do ano passado, – tanto ao nível da Distrital do Porto como em Lisboa, no seio do Grupo Parlamentar do Partido Socialista e por ter passado a integrar a Comissão Permanente – obrigaram-me a uma gestão muito rigorosa da minha agenda pública e criei este blogue como um novo canal de comunicação para complementar a minha presença na Comunidade.

Justificando a criação do blogue, escrevia eu, há um ano, que “não quero deixar ninguém para trás” e lançava o convite para aqui lerem a minha opinião sobre os mais variados temas de atualidade, sobretudo aqueles que têm a ver com Matosinhos.

Num ano de atividade publiquei quase duzentos artigos de opinião que ultrapassam, regularmente, vários milhares de visualizações. Fiz deste local uma tribuna para promover a inclusão social, os direitos das mulheres e dos jovens, a dignidade dos mais idosos. Para defender o Serviço Nacional de Saúde, as políticas de emprego, de inovação, a justiça e a igualdade de oportunidades.

O número de visualizações registado revela que o Horizonte e Mar se tornou uma via de diálogo, de debate de ideias, de discussão e de reflexão. Agora, que no âmbito da corrida autárquica me apresento às e aos matosinhenses como candidata à presidência da Câmara, mais se justifica que utilize esta via para, também por aqui, fomentar a troca de ideias e apresentar as minhas propostas para o futuro de Matosinhos.

E repito o que disse há um ano: todas e todos são bem-vindos, porque este espaço, tal como Matosinhos, é seu, é meu, é nosso.

28 março 2017

Sucesso também em Perafita

Também em Perafita, ontem, o “Ouvir Matosinhos” foi um enorme sucesso de participação. A Casa da Pedra encheu-se de pessoas desejosas de debater, de maneira franca e aberta, o futuro de Perafita e do concelho.

Desta vez, repetiram-se alguns dos temas já abordados em anteriores encontros de reflexão, mas falou-se também da valorização e do papel da Mulher na vida política, assunto para o qual estou particularmente sensibilizada desde há muito tempo. Estiveram outros assuntos em cima da mesa, trazidos e discutidos pela plateia, como a rede de transportes públicos e o estado do pavimento e o congestionamento do tráfego, muitas vezes provocado pelo excesso de veículos pesados. O apoio ao desporto amador e o meio ambiente foram também alvo de intervenções.

Estamos prestes a concluir este primeiro ciclo de debates, que tem a sua próxima sessão agendada para Leça do Balio, onde continuarei a recolher contributos, essenciais para enriquecer o programa que apresentarei às e aos matosinhenses nas próximas eleições autárquicas. A sessão está marcada para o próximo dia 30 de março, às 21.30, no Centro Paroquial Araújo, com moderação de Florisa Pereira. Nesse sentido, apelo à participação de toda a população, independentemente da sua simpatia partidária.

O futuro de Matosinhos deve mobilizar todos e todas. Todas as opiniões são válidas e são importantes. Conto consigo. A sua participação é fundamental para continuar a desenvolver Matosinhos de uma forma harmoniosa e sustentável.



22 março 2017

Lavra disse presente

Socialistas, independentes e demais lavrenses acorreram em grande número à sessão “Ouvir Matosinhos” que ontem encheu o Salão Nobre da Junta de Freguesia de Lavra. Mais uma vez, e tal como já tinha acontecido nas outras sessões, o número e a qualidade das intervenções permitiu-me recolher dados que vão dar corpo ao programa eleitoral que apresentaremos a escrutínio em outubro.

Entre os muitos assuntos discutidos, destaco o Portinho de Angeiras, uma antiga preocupação da comunidade local, sobretudo dos pescadores, que ontem também estiveram presentes. A questão das acessibilidades e o problema da rede de transportes públicos, que em Lavra é muito sentido, 
estiveram também entre os temas mais debatidos e que suscitaram maior participação da plateia. É legítimo que as pessoas queiram ver resolvidas estas matérias que têm influência direta na sua vida e na economia local, e desejem “aproximar” Lavra do resto do concelho quer através da requalificação das acessibilidades quer com a redefinição da rede de transportes.

O valor do IMI, que este ano foi reduzido pela Câmara Municipal, e a reforma das freguesias são exemplo de assuntos que também foram trazidos à minha atenção, tal como o apoio às coletividades locais, nomeadamente o Rancho das Sargaceiras. Sempre dei muita atenção às coletividades por cujo trabalho tenho um grande respeito e a quem reconheço um papel social de muita importância para a coesão social.

A próxima sessão do “Ouvir Matosinhos” é esta sexta-feira, em Guifões, onde continuarei a recolher contributos para enriquecer o programa com que o Partido Socialista se apresentará às próximas eleições autárquicas. Este ciclo de sessões é destinado a todos – socialistas, independentes e demais população, interessada em debater o futuro de Matosinhos.



21 março 2017

Mulheres sub-representadas na política autárquica

Os números dão que pensar: nas últimas eleições autárquicas, em 2013, o conjunto dos 308 concelhos de Portugal elegeu 23 mulheres presidentes de câmara. O número representa um pouco mais de sete por cento do total de presidentes eleitos. Se pensarmos no país apenas a norte do Mondego, o panorama é ainda mais desolador: cinco eleitas em 142 concelhos, ou seja, apenas 3,5 por cento. Nos distritos de Viana do Castelo, Vila Real, Braga, Guarda e Viseu não foram eleitas presidentes do sexo feminino. Nem uma. No distrito do Porto, por exemplo, há apenas uma mulher entre os dezoito presidentes camarários. Aveiro e Coimbra também só elegerem uma, Bragança, duas.

É caso para reflexão sobretudo quando se sabe que as mulheres representam, segundo o Census de 2011, mais de 52 por cento da população portuguesa. E sabe-se também que elas estão tão qualificadas quanto os homens: ainda segundo o último Census, 16,9 por cento das mulheres portuguesas com mais de vinte anos completou o ensino superior; a percentagem de homens é de 12,4 por cento.

O caso da representação das mulheres na política autárquica é muito interessante, porque a paridade entre géneros parece mais difícil de atingir do que na política nacional, onde as mulheres têm vindo gradualmente a percorrer o caminho que conduz à igualdade. Nas últimas eleições para a Presidência da República houve pela primeira vez duas candidatas (Maria de Lurdes Pintassilgo, em 1986, foi pioneira nessa matéria e era até 2016 a única mulher a ter-se apresentado a votos). O facto não resulta de uma casualidade, mas da tomada de consciência de que as mulheres estão igualmente capacitadas para exercer o mais alto cargo da nação. Também na Assembleia da República as mulheres representam já cerca de um terço dos deputados, embora aqui esteja muito presente a questão das quotas que impõem que as listas tenham um mínimo de um terço de candidatos de cada um dos géneros.

Ora se a questão das quotas resulta nas eleições legislativas, porque não resultará nas Autárquicas? 

Confesso que aguardo com muita curiosidade e interesse as próximas eleições para ver como serão compostas as listas de candidatos. Espero que eu e outras candidatas de diferentes partidos possamos contribuir em outubro para alterar os números com que abri este artigo. Eles devem passar rapidamente à História e escrever-se uma nova página com mais presidentes de câmara do sexo feminino.

A afirmação de uma sociedade mais equilibrada e justa também passa pela presença de mais mulheres na cena política local.


(Artigo publicado no Jornal de Notícias, de 21.mar.2017. Pode ler o artigo diretamente na página do JN clicando AQUI)

11 março 2017

Ouvir Matosinhos na Senhora da Hora

A sala voltou a encher-se, desta vez na Senhora da Hora, para outra sessão de reflexão do ciclo “Ouvir Matosinhos”. As pessoas sentem-se envolvidas e participam, dão opiniões, avançam com ideias, sugerem soluções. Ao discutir o futuro do concelho, a candidatura socialista está a mobilizar a população e a ganhar apoios dentro e fora do partido. É muito gratificante.

Ontem, numa sessão moderada por Guilherme Vilaverde, debateu-se o papel das cooperativas no lançamento de um novo ciclo de valorização da economia social no concelho. Questões relacionados com a segurança e o policiamento, a agregação de freguesias, a cobertura da estação de metro da Senhora da Hora e o estado do Parque do Carriçal, por exemplo, foram outros temas debatidos por uma plateia que demonstrou uma vez mais que tem uma palavra a dizer sobre o destino da sua terra.

Outro tema abordado, a exemplo aliás do que aconteceu nos encontros anteriores, foi o apoio a idosos e a problemática do envelhecimento da população. Sou muito sensível a esta questão e partilho a opinião daqueles que pensam que o próximo executivo municipal tem de continuar a procurar respostas que melhorem a qualidade de vida das pessoas à medida que envelhecem.

Como disse, este processo de auscultação das populações do concelho está a ser muito gratificante e em todas as sessões tenho encontrado ideias e projetos que gostaria de desenvolver quando for eleita presidente da Câmara. Depois destas primeiras cinco sessões, continuarei, nos próximos dias e sempre, a Ouvir Matosinhos. Participe numa das próximas sessões com as suas ideias e propostas para tornar Matosinhos um concelho mais justo e desenvolvido.

07 março 2017

Ouvir Santa Cruz do Bispo

O ciclo de encontros de reflexão “Ouvir Matosinhos” esteve ontem em Santa Cruz do Bispo, onde a Casa da Juventude foi palco de uma sessão muito participada em que se debateram as preocupações da população local. A conversa foi muita animada e ficou mais uma vez provado o interesse das pessoas em contribuírem no processo de procura de soluções para os problemas que as afetam.

A exemplo do que aconteceu nos encontros anteriores, a necessidade de reforçar os serviços de Saúde também foi discutida ontem. É uma situação recorrente e que está muito ligada ao envelhecimento da população. A questão da rede de transportes públicos, os problemas causados pelo trânsito de pesados, o mau estado de passeios e de pavimentos que podem colocar em causa a segurança de peões e de veículos também estiveram em cima da mesa, tal como as dificuldades no acesso à A-28.

Por outro lado, foi lançado um alerta para necessidade de novas instalações para o Junqueira e foi abordada a reabilitação do edifício Vila Lia, onde funcionava a antiga Junta de Freguesia, no largo central.

A maneira como estes e outros temas foram abordos pelos participantes tornou gratificante esta iniciativa de auscultar Santa Cruz do Bispo. Recolhi ideias que serão certamente incluídas no programa com que me apresentarei às próximas eleições.

O ciclo de debates “Ouvir Matosinhos” terá a próxima sessão esta quinta-feira, na Senhora da Hora.

03 março 2017

Ouvir Matosinhos

Prossegue até ao final deste mês o ciclo de sessões de reflexão “Ouvir Matosinhos” com o qual a candidatura socialista às próximas eleições autárquicas pretende auscultar a população do concelho. Julgo que é tempo de envolver as populações locais no processo autárquico e a forte afluência que se verificou nas sessões já realizadas prova que as pessoas têm ideias e querem participar na construção de um Matosinhos que seja cada mais justo, inclusivo e equilibrado.

Até à data foram realizados os encontros relativos a Matosinhos, S. Mamede de Infesta e Custóias que tiveram como denominador comum a forte participação pública que levou a lotar completamente os locais escolhidos para as sessões. Também qualitativamente as sessões foram extraordinariamente enriquecedoras porque permitiram abordar diversos problemas que afetam as populações notando-se claramente que há preocupações transversais a todas as freguesias e questões próprias a cada uma delas.

Apenas a título de exemplo, assuntos como a descentralização de competências para as autarquias, a expansão da rede do Metro do Porto e a qualidade dos transportes públicos em geral e o investimento no plano social e da saúde foram comuns às três sessões já realizadas, tal como continuar o legado de Guilherme Pinto nas áreas da cultura e da reabilitação urbana, entre outras. No campo da saúde, sobressaem as preocupações relacionadas com a prevenção de doenças como a hipertensão e a diabetes.

Por outro lado, o desemprego jovem e de longa duração e o envelhecimento da população, com a necessidade de encontrar respostas para o envelhecimento ativo e a inexistência de oferta de serviços na área dos cuidados continuados são questões que têm sido muito valorizadas pelos participantes e a que o próximo executivo municipal deverá dar solução.

A par destas preocupações comuns, há questões específicas a Matosinhos, S. Mamede de Infesta e Custóias. Na primeira sessão, na Biblioteca Florbela Espanca, debateu-se o turismo e a forma de potenciar a presença dos passageiros que chegam ao novo Terminal de Cruzeiros, tendo sido igualmente discutidas as novas plataformas digitais das smart cities. Já em S. Mamede de Infesta estiveram em cima da mesa a questão das acessibilidades, a eliminação de barreiras arquitetónicas que ainda existem e a reabilitação ou deslocalização do mercado local. A mobilidade no Largo do Souto e na Rua Cândido dos Reis, a utilização do Lugar das Docas, em Esposade, ou das Pedreiras de S. Gens marcaram a sessão realizada em Custóias onde se debateu também a política de ambiente relacionada com a limpeza urbana.

De todas estas questões e de todas as outras tomei a devida nota, consciente de que há questões que são de mais rápida solução de que outras. Apesar de eu conhecer bem o concelho e as suas necessidades, o “Ouvir Matosinhos” permitiu-me cimentar ideias e olhar para alguns problemas sob uma perspetiva diferente. Por isso acho importante este exercício de cidadania que também tem a vantagem de mobilizar o concelho na discussão sobre o que queremos para o futuro.

A próxima sessão será na próxima segunda-feira, dia 6 de março, na Casa da Juventude de Santa Cruz do Bispo. Seguem-se Senhora da Hora, Perafita, Lavra, Guifões, Leça do Balio e Leça da Palmeira. Esteja atento à minha página de Facebook e ao meu blogue pessoal para conhecer as restantes datas e locais. As sessões são abertas a todos, socialistas, independentes ou de outra cor política – no fundo, todos temos uma palavra a dizer e quero ouvir a sua. 

(Artigo publicado no "Jornal de Matosinhos", de 02.mar.2017)


22 fevereiro 2017

S. Mamede de Infesta fez-se ouvir

Ontem, o Salão Nobre da Junta de Freguesia de S. Mamede de Infesta foi pequeno para acolher tanta gente e muitos tiveram de ficar de pé, para a segunda sessão do nosso “Ouvir Matosinhos”, moderado pelo João Pereira da Silva. As intervenções revelaram mais uma vez o interesse com que os matosinhenses olham para as questões políticas locais e a vontade que têm em contribuir na busca de soluções para os problemas que os afetam. Muitas dessas intervenções foram centradas na ampliação da rede de Metro do Porto, nas acessibilidades, na eliminação de barreiras arquitetónicas que ainda existem e na reabilitação ou deslocalização do mercado. Ouvi estas intervenções e tomei nota de assuntos concretos para os quais o próximo executivo municipal terá de encontrar resolução.

Por outro lado, senti também a preocupação dos intervenientes sobre outras problemáticas que exigem uma atenção particular na área da saúde e do emprego. É necessário reforçar as políticas de combate ao desemprego de longa duração, criar condições que proporcionem a fixação de população jovem, nomeadamente dos estudantes, e achar uma solução para os jovens que nem estudam nem trabalham. Paralelamente, há que encontrar novas respostas para o problema do envelhecimento da população e suprir a falta de serviços de cuidados continuados no concelho.

Algumas destas preocupações, que aqui trago apenas a título de exemplo de entre todas as que foram abordadas ontem, não são novas para mim. Sou de S. Mamede de Infesta, conheço o concelho e sei bem as riquezas que encerra e as lacunas que tem. Mas o exercício de reflexão feito ontem ajuda a cimentar ideias e o facto de ter havido intervenções de pessoas de perfis muito diferentes mostra que há temas que são transversais e que devem merecer uma atenção cuidada.

O próximo “Ouvir Matosinhos” está marcado para o Centro Cívico do Souto, em Custóias, esta sexta-feira. Será a terceira de um ciclo de dez sessões que terão lugar por todo o concelho com o objetivo de recolher contributos para o próximo programa eleitoral. Conto consigo!

21 fevereiro 2017

“Ouvir Matosinhos” em S. Mamede de Infesta

Espero que o Salão Nobre da Junta de Freguesia se encha esta noite para a segunda sessão de “Ouvir Matosinhos”, desta vez em S. Mamede de Infesta. Na semana passada, na Biblioteca Florbela Espanca, foram muitos e de grande interesse os assuntos abordados e a minha expetativa é que isso se repita hoje. Como tenho dito e não me canso de repetir, quando se trata do futuro do concelho, todos temos uma palavra a dizer.

Muitas das preocupações dos munícipes são comuns a todas as freguesias, mas sabemos que cada uma tem também as suas especificidades. Logo à noite teremos ocasião para debater S. Mamede de Infesta, sem prejuízo de poderem ser tratados temas de caráter geral. Não serei eu, no entanto, a impor a agenda da reunião: pelo contrário, a minha intenção é ouvir e, dentro do possível, responder às questões que me forem colocadas, tal como aconteceu na semana passada.

Insisto no que já tenho dito várias vezes: o seu contributo é muito importante, fundamental, mesmo. A criação de melhores condições de vida para a população do concelho diz respeito a todos e todos podemos ajudar a construir um concelho mais justo e equilibrado. Deste ciclo de encontros de reflexão sairão algumas das diretrizes do próximo plano eleitoral. Esta é pois uma excelente oportunidade para apresentar as suas ideias e sugestões sobre o que fazer para continuar a construir o futuro de Matosinhos.

Até ao final do próximo mês haverá ainda sessões em Custóias, Santa Cruz Bispo, Senhora da Hora, Perafita, Lavra, Guifões, Leça do Balio e Leça da Palmeira. Quero ouvir o máximo de pessoas possível, recolher o máximo de contributos para poder ir ao encontro das preocupações das pessoas.

Para mim, a política de proximidade tem de ser uma constante. A começar já.

15 fevereiro 2017

Em nome da transparência

Apresentei esta semana a renúncia a todos os cargos sociais que desempenhava em várias instituições sociais de Matosinhos. Fi-lo por uma questão de ética, porque quero preservar toda a transparência quando estou a abraçar o desafio de uma candidatura autárquica em que disputo a presidência da Câmara Municipal.

Na MAIS – Matosinhos Apoia a Inclusão Social, que gere creches e atividades de tempos livres em Matosinhos, Leça da Palmeira, Custóias e no Seixo e acompanha dezenas de crianças desde os primeiros meses, fui presidente da direção desde  2004. Na ADEIMA - Associação para o Desenvolvimento Integrado de Matosinhos era presidente da Assembleia Geral enquanto na Associação Mamedense de Apoio Social – AMAS era também membro da Assembleia Geral.

Para trás ficam muitos anos de dedicação e envolvimento nestas instituições particulares de solidariedade social (IPSS). Foram tempos extremamente enriquecedores do ponto de vista social e humano, de um trabalho voluntário e não remunerado que foi sempre muito gratificante. Guardarei para sempre a memória desses tempos e agradeço a todos quantos contribuíram para o desenvolvimento das associações a que estive ligada.

Apesar deste autoafastamento, continuarei solidária com estas as instituições que, tal como muitas outras, desempenham um papel fundamental para garantir a coesão social das populações. Que seja a esse nível ou no campo cultural, desportivo ou religioso, as coletividades do concelho desenvolvem um trabalho de proximidade para o qual as entidades oficiais não estão vocacionadas. Continuo a identificar-me por inteiro com esse trabalho e vou manter-me sócia, agora sem quaisquer funções diretivas. 

Por isso, não posso deixar de desejar os maiores sucessos a todas as instituições do concelho. Elas fazem parte do património de Matosinhos.

14 fevereiro 2017

Sala cheia na Biblioteca Florbela Espanca

Prometer e cumprir – tinha-me comprometido a ouvir os matosinhenses e comecei ontem a fazê-lo de uma maneira mais formal, através da primeira de dez sessões do ciclo “Ouvir Matosinhos”. A Biblioteca Florbela Espanca encheu-se de pessoas que discutiram o futuro do concelho e contribuíram com as suas próprias ideias e propostas para a reflexão sobre que futuro queremos para a nossa terra.

Foi muito importante e enriquecedora esta primeira sessão, quer pelo número de participantes, que ultrapassou as minhas expetativas, ao ponto de muita gente ter ficado à porta sem poder entrar, quer, sobretudo, pela qualidade das intervenções e pelo interesse dos temas abordados.

Ontem, foram debatidos temas como as novas competências para as autarquias, a ocorrer em breve, o turismo e de como potenciar a presença de passageiros chegados ao Novo Terminal de Cruzeiros, as novas plataformas digitais das smart cities, a aposta no plano social e da saúde, com especial enfoque para a prevenção das doenças como a hipertensão e a diabetes. As obras de revitalização urbana e o legado cultural, e não só, do Presidente Guilherme Pinto foram outros assuntos abordados e discutidos pelos participantes e pela candidata socialista.

O ciclo de sessões “Ouvir Matosinhos” prossegue até final de março. A próxima sessão será de hoje a uma semana, dia 21 de fevereiro, em S. Mamede de Infesta (Salão Nobre da Junta de Freguesia). Quando se trata do futuro do concelho, todos temos uma palavra a dizer e eu quero ouvir o máximo de pessoas possível. O seu contributo é fundamental.

Conto consigo! 

13 fevereiro 2017

Ouvir Matosinhos

Vamos ouvir Matosinhos – é este o desafio que gostaria de lançar a todos os matosinhenses. 

Todos nós, matosinhenses, independentemente da cor partidária, podemos e devemos refletir sobre o futuro que queremos para o nosso concelho. Não podemos deixar que se perca o dinamismo económico, ambiental, social e cultural que nos destacou a norte do país. 

Vivemos tempos novos. Teremos de dar continuidade aos nossos valores sociais e abraçar os desafios que se aproximam. Por isso é tão importante refletir sobre Matosinhos. Por isso é tão importante prepararmo-nos para o futuro. E ouvir os diferentes pontos de vista e opiniões de cada um de nós.
Esta noite, a partir das 21h30, o grupo Ouvir Matosinhos reúne-se para o primeiro de uma série de encontros de reflexão e diálogo que irão decorrer por todo o concelho. Desta vez, será na Biblioteca Florbela Espanca (ao lado da Câmara Municipal), com moderação do jornalista Júlio Magalhães, diretor-geral do Porto Canal. Quero ouvir as pessoas, as suas ideias e as suas propostas sobre o futuro do concelho.

Até final de março haverá outras nove sessões em Custóias, Santa Cruz Bispo, Senhora da Hora, Perafita, Lavra, Guifões, Leça do Balio e Leça da Palmeira. Depois de Matosinhos, a sessão seguinte será em S. Mamede de Infesta, no Salão Nobre da Junta de Freguesia.

A sua participação é fundamental. É o seu concelho, é a sua vida. Todos e todas têm uma palavra a dizer – e eu quero ouvir a sua. Não vou deixar ninguém de fora. A criação de melhores condições de vida para a população do concelho diz respeito a todos e todos podemos ajudar a construir um concelho mais justo e equilibrado.

O seu contributo é fundamental.

Conto consigo.

12 janeiro 2017

Construir o Futuro

O ano que agora começa traz consigo novos desafios de enorme importância e que a todos dizem respeito. No plano político e social, o Governo de António Costa continuará a beneficiar de uma maioria parlamentar (Partido Socialista, Bloco de Esquerda, PCP e Verdes) que permite prosseguir a política de progresso e desenvolvimento iniciada no final de 2015 e que tão bons resultados deu durante 2016 quer ao nível interno quer internacional. A criação sustentada de postos de trabalho, com a consequente queda do desemprego, a redução gradual da precariedade, a devolução de direitos nomeadamente nas áreas da Saúde, da Educação e da Justiça, vai continuar. Simultaneamente, o executivo do Partido Socialista vai manter entre as suas prioridades a estabilização do setor bancário, de cuja saúde depende o financiamento às empresas a quem compete em última análise, a criação de emprego.

Embora muito exposto a uma conjuntura política e económica que se prevê hostil, espero e desejo que Portugal prossiga em 2017 na senda das conquistas alcançadas no ano que passou. O resultado das eleições norte-americanas e do mais recente referendo em Itália, a escalada de grupos nacionalistas e radicais um pouco por toda a Europa (vamos esperar para ver o que acontecerá em França nas presidenciais e na Alemanha) trouxeram riscos acrescidos para a economia portuguesa. Por outras palavras: talvez não possamos ir tão longe nem tão depressa como desejaríamos, mas é importante continuar a crescer e a desenvolver Portugal.

Num plano mais local, o ano será marcado pelas eleições autárquicas, nas quais colocarei todo o meu empenho e determinação. Assumo o objetivo de corporizar uma candidatura que reúna todas aquelas e todos aqueles para quem, acima de tudo, está Matosinhos. Serei candidata à Câmara e prometo não deixar ninguém de fora. Quero uma candidatura abrangente, que respeite o passado como afirmação da nossa identidade coletiva, mas que projete Matosinhos no futuro. Vamos investir na educação, na dinamização do tecido empresarial, na captação de investimento e de mão-de-obra qualificada, na mobilidade, no ambiente, na cultura.

Matosinhos não pode esperar. Temos de começar agora a construir o futuro.


(Artigo publicado no jornal "Notícias Matosinhos", janeiro 2017)


04 janeiro 2017

Júlio Vasconcelos e Orlando Magalhães

Têm sido muitas as pessoas que se me têm dirigido para apoiarem a minha candidatura à Câmara Municipal de Matosinhos. Estou muito grata a todas. Sempre disse que esta seria uma candidatura inclusiva, que não deixa ninguém para trás. Ontem, também recebi o apoio de Júlio Vasconcelos e de Orlando Magalhães, dois históricos socialistas de Matosinhos cujo apoio agradeço e muito me honra.

Júlio Vasconcelos é fundador do PS Matosinhos. Foi administrador da Docapesca, diretor do SMAS e vereador municipal logo após o 25 de Abril. Orlando Magalhães foi diretor do MASP, administrador da APDL e porta-voz da bancada socialista na Assembleia Municipal. São dois profundos conhecedores da realidade de Matosinhos e conselheiros de excelência cuja voz irei ouvir com muita atenção. Em ambos os casos são memórias vivas da cidade e do concelho. São dois verdadeiros senadores que, com as suas experiências e conhecimentos, engrandecem a candidatura.

Orlando Magalhães e Júlio Vasconcelos juntam-se a uma campanha que integra muita gente. Entre todos, um denominador comum: a convicção de que é possível manter Matosinhos na senda do desenvolvimento económico, social e cultural e melhorar a qualidade de vida dos matosinhenses. 

Como tenho dito, neste projeto contam todas e contam todos: quero corporizar uma candidatura abrangente, que respeite o passado como afirmação da nossa identidade coletiva, mas que projete Matosinhos no futuro.

É bem-vindo quem se revê nestes valores. Vamos continuar a construir o futuro.